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Convenção Coletiva de trabalho de 2014.

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22 de abr de 2015

OFICIO 64/15/PRESI


FONTE: Globo News
As fortes chuvas estão provocando cada vez mais alagamentos. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências da Capital (CGE), a cidade de São Paulo teve um acúmulo de 253,4 milímetros de água no mês de fevereiro, ficando 18% acima da média histórica que aconteceu 1995.
Essas tempestades acarretam queda de árvores, chuvas granizos, inundação, desmoronamento de terra e podem afetar o carro. Uma das consequências é o crescimento no número de sinistros de automóveis. A seguradora SulAmérica Auto registrou o aumento de 50% em acionamentos por fenômenos naturais em fevereiro de 2015 comparando com o mesmo período do ano passado. Mas como saber se o seu seguro cobre alagamentos e problemas com a chuva? Eduardo Dal Ri diretor de auto e massificados as SulAmérica explicou que todos os seguros com cobertura compreensiva inclui proteção contra fenômenos naturais (deslizamento de terra, granizo, alagamento e objetos que caíram no carro). A cobertura compreensiva é a apólice completa e é a que a maioria dos brasileiros fazem. Portanto, é preciso tomar cuidado porque as outras coberturas não vão proteger o carro contra as enchentes.
O maior problema e que exige bastante atenção é o aumento de risco. Dal Ri informou que o motorista não pode ultrapassar a área alagada, se ele tentar fazer isso a seguradora não cobre o prejuízo. Ao tentar passar por uma enchente, você está colocando o carro em risco e o motorista precisa comprovar que foi pego de surpresa. Outro ponto é para quem vai à praia. A os seguros não cobrem danos por água salgada, apenas água doce. Se você estiver com o carro na areia e a maré subir rapidamente, fique esperto porque, normalmente, não está incluso na apólice. Quais os fenômenos naturais que estão incluso na cobertura Compreensiva • Ventos fortes • Enchentes • Chuva de Granizo • Queda de objetos no carro • Deslizamento de terra • Incêndio • Raios Hora de chamar o seguro Mas se por acaso uma árvore caiu no carro ou a água inundou? O que é preciso fazer? Dal Ri contou que o primeiro passo é usar os canais de comunicação da seguradora para solicitar o serviço. “Normalmente, em casos de fenômenos naturais a pessoa também faz o pedido de um guincho. O cliente precisa acionar o sinistro com um pedido de guincho e reparos”, afirmou o diretor. Se o carro tem a cobertura completa a seguradora deve responder a solicitação o mais rápido possível. A Autoesporte separou algumas dicas para garantir a cobertura de fenômenos naturais: • Procurar uma cobertura compreensiva que cobre o veículo como um todo. • Buscar uma seguradora com uma boa assistência porque a ocorrência de fenômeno natural vem quase sempre seguida por uma necessidade de assistência. • Procurar um corretor de seguros que irá disponibilizar para os clientes várias opções de seguradoras porque cada motorista tem uma necessidade diferente. • Evite deixar pessoas que não estão inclusas na cobertura dirigir o carro. • Não tentar passar por um alagamento.

30 de mar de 2015

ATENÇÃO CORRETORES

O Código de Defesa do Consumidor, Lei 8.078/90, artigo 39º, proíbe a venda casada. Ainda assim, essa prática ainda acontece. Corretores de seguros devem estar atentos tanto para evitar essa prática quanto para orientar seus clientes a não cair nessa armadilha.
A venda casada é caracterizada quando um consumidor, ao adquirir um produto, leva conjuntamente outro seja da mesma espécie ou não. O instituto da venda casada pode ser visualizado quando o fornecedor de produtos ou serviços condiciona que o consumidor só pode adquirir o primeiro se adquirir o segundo.
A supervisora de assuntos financeiros do Procon-SP, Renata Reis, alerta que é importante que os corretores estejam cientes da legislação sobre venda casada. Segundo ela, chegam muitas reclamações de vendas feitas por corretoras no órgão de defesa do consumidor.
Os consumidores relatam que assinaram papéis com a orientação do corretor sem saber que estavam assinando um contrato. Para Renata, apesar da pressão diária, o corretor não deve cometer o erro de praticar venda casada. E se ele for funcionário de uma empresa que o obrigue a ter essa prática, ele deve se recusar e, se for preciso, questionar na esfera trabalhista.
No entanto, é melhor conversar primeiro com a própria seguradora para tentar resolver o problema. Se precisar, pode pedir auxílio para a Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que regula do mercado segurador. “”Em vários casos tivemos de acionar a corretora, citada pelos consumidores como principais indutores da venda casada””, afirmou. Por isso, lembre-se, venda casada é crime