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Convenção Coletiva de trabalho de 2014.

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31/07/2014

Agenda de Eventos






A nossa luta e o Simples

Ofício 118/14/PRESI                        Rio de Janeiro, 29 de julho de 2014

 

     

                                                                                             

A nossa luta e o Simples

                   Há 20 anos começou a luta de toda a categoria pela inclusão dos Corretores de Seguros no Simples, capitaneado pelos Srs: Antônio Cândido Sobrinho - SINCOR /PE, Leôncio Arruda – SINCOR/SP, Roberto Barbosa – SINCOR/MG, Henrique Brandão – SINCOR/RJ e Armando Virgílio – SINCOR/GO, que formavam o Comitê Político da Federação.
                    Naquela ocasião, era o ano de 1994, foram desenvolvidas inúmeras ações junto ao Congresso Nacional, com o apoio do Deputado Federal, Wilson Campos, que, na condição de 1º Secretário da Câmara dos Deputados, facilitou o acesso de Henrique Brandão junto às lideranças partidárias, na busca do essencial apoio ao projeto que estendia à Categoria de Corretores de Seguros os benefícios da inclusão no Simples.
                   Após várias tratativas e enquanto o projeto transitava na Casa dos Deputados, Henrique Brandão desenvolvia contatos junto ao Ministério da Fazenda, através do Ministro Pedro Malan, obtendo dele seu apoio à proposta, quando ela se inscrevesse na sua esfera de competência, como consulta de sua viabilidade econômica e financeira.
                   Assim, o projeto foi aprovado nas duas Casas – Câmara dos Deputados e Senado Federal, e seguiu para a sanção do então Presidente - Fernando Henrique Cardoso, que, como um de seus últimos atos, vetou o projeto de lei, provocando surpresa e sofrimento de toda a categoria.
                   Passaram-se os anos e, novamente, Henrique Brandão e o Comitê Político da Federação retomou à luta, fazendo, novamente, os caminhos antes percorridos, ocasião em que a Presidência da República era ocupada pelo Sr. Luiz Ignácio Lula da Silva, que, fazia crer, numa nova época, com acolhimento de propósitos outrora não acolhidos, encheu-nos, de esperança.
                    Desta vez recebemos apoio ainda maior ao nosso projeto e até considerações mais veementes, no que diz respeito à justiça ao pleito.
                                       Novamente, todo o trabalho foi realizado com a atenção para que nenhum detalhe fosse esquecido, e, chegamos a fase da sanção presidencial com a euforia e a certeza de que, desta vez, seríamos vitoriosos.  
                                       Retornamos de Brasília divulgando a todos a nossa esperança, mas, eis que, a história se repetiu, e o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o projeto, causando profunda tristeza e desilusão. O raio caiu, por duas vezes, no mesmo local!
                    Agora, renovamos nossas esperanças, pelo trabalho realizado pelo Corretor de Seguros e Deputado Federal - Armando Virgílio.
                    Após transitar pelo Congresso Nacional, o projeto segue para sanção pela Presidente Dilma Rousseff. Este é um momento que todos nós, Corretores de Seguros, devemos reunir nossas forças e pedirmos aos nossos contatos que façam gestão junto à Presidência da República, através de telegramas e outros meios de comunicação, eletrônicos, e-mail, redes sociais, etc., expressando a nossa expectativa de ver aprovado, por ser de justiça, o projeto que nos inclui no Simples Nacional.
                  


Atenciosamente,

Henrique Brandão

Cliente tem até sete dias para desistir de seguro em lojas

02/07/2014

 Fonte: Folha de São Paulo

calendatrioRedes de varejo ganham regras para comercialização de apólices ao consumidor a partir desta quarta-feira
Comércio pode ofertar da cobertura de viagem a microsseguros; multa contra venda casada chega a R$ 500 mil
O consumidor que adquirir um tipo de seguro ou contratar a garantia estendida ao comprar produtos em lojas do varejo vai poder desistir do negócio em até sete dias.
A regra faz parte da regulamentação aprovada em 2013 pelo CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados) e entra em vigor a partir desta quarta (18) em todo o país.
Pelas normas da Susep (Superintendência de Seguros Privados), podem ser ofertadas, entre outras, coberturas para riscos diversos, funeral, viagem, desemprego ou perda de emprego e microsseguros –como os de previdência e contra danos residenciais.
As novas regras tentam barrar irregularidades na venda de seguros no varejo.
Em abril, o DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor), ligado ao Ministério da Justiça, abriu processos contra quatro grandes redes varejistas por venda casada de seguros disfarçados de garantia estendida.
A venda casada ocorre quando a loja vincula a compra de um bem ou utilização de serviços à aquisição de outro produto. A prática é proibida também para seguros.
Pelas normas, a multa ao estabelecimento que condicionar a venda ou desconto de um produto ou serviço à contratação de planos de seguro varia de R$ 10 mil a R$ 500 mil. O Procon pode tirar dúvidas e receber denúncias de consumidores.
Roberto Westenberger, superintendente da Susep, lembra que a loja deve fornecer ao segurado o contrato físico: apólice ou bilhete de seguro.
Para Luiz Ricardo Souza Pinto, advogado especialista em direito do consumidor, a oferta de seguros no varejo representa um serviço a mais.
O varejo, porém, deve se adequar. “O agente de seguro deve ser treinado, para que a apólice não seja tratada pelo vendedor como produto de prateleira.”

Corretor – Um disseminador da cultura do Seguro

01/07/2014

Fonte: CQCS| Tany Souza

corretor clienteQuando falamos de seguro o primeiro que vem à cabeça é de automóvel. É por isso que, muitas vezes, o contato do corretor de seguros com o seu cliente começa com a contratação do seguro de auto. Mas então, como o corretor deve agir para mudar a cultura do consumidor em pensar que somente esse tipo de seguro é importante? Para Alderi Alves de Moura, presidente do Sincor-RN, isso acontece porque o consumidor sente no cotidiano a importância de segurar seu automóvel. “É uma questão cultural em função da necessidade que ele sente em proteger seu patrimônio, já que é mais fácil perceber a alta sinistralidade do seguro de auto.”
Telma Oliveira, dona da Anfins Corretora de Seguros, concorda que a preferência por seguro auto é cultural. “Porque as pessoas não entenderam ainda que ele tem chácaras, residências, ou seja, outros bens que ele deve se preocupar.”
Dessa forma, o papel do corretor de seguros é de suma importância para mostrar o objetivo dos outros seguros. “Ele deve estimulá-lo a comprar outros produtos, como por exemplo, residencial, previdência, responsabilidade civil, porque qualquer que seja o dano ele poderá ter reparação”, explica Auderi.
É preciso também deixar claro as benfeitorias dos outros tipos de seguros. “Explicando a importância, os preços, os benefícios, porque muitas pessoas pensam que é caro por falta de informação e isso deve ser fornecido pelo corretor”, ressalta Telma.
Pensando nessas mudanças de cultura que o Sincor-RN realiza um trabalho de expandir o seguro em sua região. “Estamos fazendo parceira com as universidades para mostrar aos futuros profissionais a importância de diversos seguros, que devem também ganhar seu espaço e importância no mercado segurador”, finaliza Moura.

Copa alavanca procura por apólices especiais neste ano

30/06/2014

Fonte: DCI | Cristiane Pappi

copa eA Copa tem aquecido a demanda por alguns tipos de seguros específicos este ano. Além do seguro contratado para garantir as partidas de futebol, que foi fechado pela seguradora Munich Re no valor de US$ 400 milhões, seguros de transporte e responsabilidade civil tiveram uma procura maior por causa do Mundial, comentam executivos do mercado. Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostram que em abril desse ano teve foram emitidos R$ 260,9 milhões para o seguro de transporte nacional e para responsabilidade civil foram de R$ R$ 232,3 milhões.
De acordo com dados do Grupo BB e Mapfre, o produto de transporte da companhia apresentou uma expansão de 5% comparada ao mesmo período de 2013. O superintendente executivo de transportes, Carlos Eduardo Polízio comenta que o mercado de varejo, especificamente de eletrônicos e televisores que saem da Zona Franca de Manaus, em direção ao restante do país, aqueceu o seguro de transporte. “A produção de eletrônicos necessita chegar aos grandes centros urbanos e a cabotagem tem sido muito utilizada pelos fabricantes. Na chegada aos portos, as mercadorias também são transportadas aos centros de distribuição, e toda a cadeia logística é suportada pelo seguro de Transportes”, explica.
Ano passado, o Grupo arrecadou em seguro de transportes R$ 298 milhões em prêmios diretos, 14% a mais que em 2012, quando a carteira totalizou R$ 250 milhões. Polízio acrescenta que o mercado de seguro de transportes, este ano, deve seguir as expectativas da Susep, com crescimento entre 10% a 12%”. Os números mostram que hoje, no Brasil, há forte e crescente demanda por essa modalidade de seguro, especialmente pelo fato de o país estar reforçando sua posição no cenário de exportações”, afirma.
Outro produto que a BB e Mapfre percebeu uma procura maior esse ano foi para seguro de automóvel para taxistas. Este ano o produto teve um crescimento de 4% e atualmente a carteira possui aproximadamente 70 mil apólices, afirma o diretor-geral de automóvel, Jabis Alexandre. Além das coberturas de colisão, incêndio, perda e roubo o seguro também conta com a cobertura de responsabilidade civil, que cobre danos matérias e corporais, que o taxista causou a terceiros.
De acordo com Alexandre, nos primeiros meses deste ano, os taxistas passaram a procurar também por seguros para a proteção dos passageiros, que faz parte do segmento de responsabilidade civil. Para atender essa demanda, desde maio a seguradora incluiu esse tipo de cobertura para o seguro de automóvel para taxistas, que passa a ser item básico. “A cobertura é válida para casos de acidentes de trânsito que resultam em morte, invalidez ou despesas hospitalares envolvendo os passageiros do veículo”, explica Alexandre.
Segundo o executivo, o valor para a apólice varia conforme o contrato que será fechado, mas o valor inicial da cobertura é de R$ 50 mil.
No mercado de eventos, a Yasuda Marítima Seguros percebeu que sua carteira de responsabilidade civil de eventos teve um aumento de 15% na emissão de apólices em abril, e de 10% para maio, comparado com os mesmos períodos do ano passado. A coordenadora da área de responsabilidade civil, Regiane de Camargo explica que para atender as exigências da Fifa, eventos secundários que são gerados por causa do evento, tiveram que contratar esse tipo de produto. “São empresas de engenharia, organizadores de eventos e estabelecimentos que para montar eventos, telões, estruturas para o metrô e garantir de hospedagem para turistas que contrataram nosso seguro”, informa. A executiva ressalta que o mercado de seguro de responsabilidade civil sempre foi aquecido. “Em relação ao ano passado esse segmento apresentou uma demanda maior e acreditamos essa tendência que vai continuar ao decorrer do ano”.
Em campo
Um estudo apresentado pelo Lloyd’s, em parceria com o Centre For Economics & Business Research (CEBR), avalia as equipes de futebol que participam da Copa, com base no valor segurável de cada time, estimando um valor total para todos os times de US$ 10, 5 bilhões. O estudo também mostra que o time de Brasil, Inglaterra, Alemanha e Espanha são os mais caros em termos de seguros. Entre os grupos, o G é o considerado o mais forte, com um valor segurável combinado de 1,2 bilhão de libras. Já o grupo C é considerado o mais fraco e, portanto, tem o valor mais baixo, estimado em 340 milhões.
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