Carregando...
Corretor de Seguros, manter seus dados cadastrais atualizados é uma determinação de ordem legal. Contate a SUSEP para qualquer atendimento inicial.

http://www.susep.gov.br/

Imposto Sindical - Guia obrigatória

Se ainda não realizou o pagamento da Guia de Contribuição Sindical obrigatória, solicite ao Sindicato, uma nova via.
Tel: 3505-5900

Convenção Coletiva de trabalho de 2014.

Convenção Coletiva de trabalho de 2014.
Clique na imagem.

Cliente tem até sete dias para desistir de seguro em lojas

02/07/2014

 Fonte: Folha de São Paulo

calendatrioRedes de varejo ganham regras para comercialização de apólices ao consumidor a partir desta quarta-feira
Comércio pode ofertar da cobertura de viagem a microsseguros; multa contra venda casada chega a R$ 500 mil
O consumidor que adquirir um tipo de seguro ou contratar a garantia estendida ao comprar produtos em lojas do varejo vai poder desistir do negócio em até sete dias.
A regra faz parte da regulamentação aprovada em 2013 pelo CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados) e entra em vigor a partir desta quarta (18) em todo o país.
Pelas normas da Susep (Superintendência de Seguros Privados), podem ser ofertadas, entre outras, coberturas para riscos diversos, funeral, viagem, desemprego ou perda de emprego e microsseguros –como os de previdência e contra danos residenciais.
As novas regras tentam barrar irregularidades na venda de seguros no varejo.
Em abril, o DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor), ligado ao Ministério da Justiça, abriu processos contra quatro grandes redes varejistas por venda casada de seguros disfarçados de garantia estendida.
A venda casada ocorre quando a loja vincula a compra de um bem ou utilização de serviços à aquisição de outro produto. A prática é proibida também para seguros.
Pelas normas, a multa ao estabelecimento que condicionar a venda ou desconto de um produto ou serviço à contratação de planos de seguro varia de R$ 10 mil a R$ 500 mil. O Procon pode tirar dúvidas e receber denúncias de consumidores.
Roberto Westenberger, superintendente da Susep, lembra que a loja deve fornecer ao segurado o contrato físico: apólice ou bilhete de seguro.
Para Luiz Ricardo Souza Pinto, advogado especialista em direito do consumidor, a oferta de seguros no varejo representa um serviço a mais.
O varejo, porém, deve se adequar. “O agente de seguro deve ser treinado, para que a apólice não seja tratada pelo vendedor como produto de prateleira.”

Corretor – Um disseminador da cultura do Seguro

01/07/2014

Fonte: CQCS| Tany Souza

corretor clienteQuando falamos de seguro o primeiro que vem à cabeça é de automóvel. É por isso que, muitas vezes, o contato do corretor de seguros com o seu cliente começa com a contratação do seguro de auto. Mas então, como o corretor deve agir para mudar a cultura do consumidor em pensar que somente esse tipo de seguro é importante? Para Alderi Alves de Moura, presidente do Sincor-RN, isso acontece porque o consumidor sente no cotidiano a importância de segurar seu automóvel. “É uma questão cultural em função da necessidade que ele sente em proteger seu patrimônio, já que é mais fácil perceber a alta sinistralidade do seguro de auto.”
Telma Oliveira, dona da Anfins Corretora de Seguros, concorda que a preferência por seguro auto é cultural. “Porque as pessoas não entenderam ainda que ele tem chácaras, residências, ou seja, outros bens que ele deve se preocupar.”
Dessa forma, o papel do corretor de seguros é de suma importância para mostrar o objetivo dos outros seguros. “Ele deve estimulá-lo a comprar outros produtos, como por exemplo, residencial, previdência, responsabilidade civil, porque qualquer que seja o dano ele poderá ter reparação”, explica Auderi.
É preciso também deixar claro as benfeitorias dos outros tipos de seguros. “Explicando a importância, os preços, os benefícios, porque muitas pessoas pensam que é caro por falta de informação e isso deve ser fornecido pelo corretor”, ressalta Telma.
Pensando nessas mudanças de cultura que o Sincor-RN realiza um trabalho de expandir o seguro em sua região. “Estamos fazendo parceira com as universidades para mostrar aos futuros profissionais a importância de diversos seguros, que devem também ganhar seu espaço e importância no mercado segurador”, finaliza Moura.

Copa alavanca procura por apólices especiais neste ano

30/06/2014

Fonte: DCI | Cristiane Pappi

copa eA Copa tem aquecido a demanda por alguns tipos de seguros específicos este ano. Além do seguro contratado para garantir as partidas de futebol, que foi fechado pela seguradora Munich Re no valor de US$ 400 milhões, seguros de transporte e responsabilidade civil tiveram uma procura maior por causa do Mundial, comentam executivos do mercado. Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostram que em abril desse ano teve foram emitidos R$ 260,9 milhões para o seguro de transporte nacional e para responsabilidade civil foram de R$ R$ 232,3 milhões.
De acordo com dados do Grupo BB e Mapfre, o produto de transporte da companhia apresentou uma expansão de 5% comparada ao mesmo período de 2013. O superintendente executivo de transportes, Carlos Eduardo Polízio comenta que o mercado de varejo, especificamente de eletrônicos e televisores que saem da Zona Franca de Manaus, em direção ao restante do país, aqueceu o seguro de transporte. “A produção de eletrônicos necessita chegar aos grandes centros urbanos e a cabotagem tem sido muito utilizada pelos fabricantes. Na chegada aos portos, as mercadorias também são transportadas aos centros de distribuição, e toda a cadeia logística é suportada pelo seguro de Transportes”, explica.
Ano passado, o Grupo arrecadou em seguro de transportes R$ 298 milhões em prêmios diretos, 14% a mais que em 2012, quando a carteira totalizou R$ 250 milhões. Polízio acrescenta que o mercado de seguro de transportes, este ano, deve seguir as expectativas da Susep, com crescimento entre 10% a 12%”. Os números mostram que hoje, no Brasil, há forte e crescente demanda por essa modalidade de seguro, especialmente pelo fato de o país estar reforçando sua posição no cenário de exportações”, afirma.
Outro produto que a BB e Mapfre percebeu uma procura maior esse ano foi para seguro de automóvel para taxistas. Este ano o produto teve um crescimento de 4% e atualmente a carteira possui aproximadamente 70 mil apólices, afirma o diretor-geral de automóvel, Jabis Alexandre. Além das coberturas de colisão, incêndio, perda e roubo o seguro também conta com a cobertura de responsabilidade civil, que cobre danos matérias e corporais, que o taxista causou a terceiros.
De acordo com Alexandre, nos primeiros meses deste ano, os taxistas passaram a procurar também por seguros para a proteção dos passageiros, que faz parte do segmento de responsabilidade civil. Para atender essa demanda, desde maio a seguradora incluiu esse tipo de cobertura para o seguro de automóvel para taxistas, que passa a ser item básico. “A cobertura é válida para casos de acidentes de trânsito que resultam em morte, invalidez ou despesas hospitalares envolvendo os passageiros do veículo”, explica Alexandre.
Segundo o executivo, o valor para a apólice varia conforme o contrato que será fechado, mas o valor inicial da cobertura é de R$ 50 mil.
No mercado de eventos, a Yasuda Marítima Seguros percebeu que sua carteira de responsabilidade civil de eventos teve um aumento de 15% na emissão de apólices em abril, e de 10% para maio, comparado com os mesmos períodos do ano passado. A coordenadora da área de responsabilidade civil, Regiane de Camargo explica que para atender as exigências da Fifa, eventos secundários que são gerados por causa do evento, tiveram que contratar esse tipo de produto. “São empresas de engenharia, organizadores de eventos e estabelecimentos que para montar eventos, telões, estruturas para o metrô e garantir de hospedagem para turistas que contrataram nosso seguro”, informa. A executiva ressalta que o mercado de seguro de responsabilidade civil sempre foi aquecido. “Em relação ao ano passado esse segmento apresentou uma demanda maior e acreditamos essa tendência que vai continuar ao decorrer do ano”.
Em campo
Um estudo apresentado pelo Lloyd’s, em parceria com o Centre For Economics & Business Research (CEBR), avalia as equipes de futebol que participam da Copa, com base no valor segurável de cada time, estimando um valor total para todos os times de US$ 10, 5 bilhões. O estudo também mostra que o time de Brasil, Inglaterra, Alemanha e Espanha são os mais caros em termos de seguros. Entre os grupos, o G é o considerado o mais forte, com um valor segurável combinado de 1,2 bilhão de libras. Já o grupo C é considerado o mais fraco e, portanto, tem o valor mais baixo, estimado em 340 milhões.

Cuidados com o consumo de gorduras na alimentação infantil

As crianças precisam das gorduras em proporções adequadas, com exceção da gordura trans

POR ESPECIALISTA - PUBLICADO EM 25/06/2014
Manter uma boa qualidade das gorduras consumidas durante a infância é importante para garantir um adequado crescimento e desenvolvimento, com destaque para o sistema cardiovascular. Basicamente a alimentação oferece cinco grandes grupos de gorduras, as saturadas, as poli-insaturadas, as monoinsaturadas, a trans e o colesterol. Com exceção da trans, as crianças precisam de todas elas em proporções adequadas para crescer e manter o corpo funcionando plenamente. 
Sabe-se que consumo exagerado de alimentos ricos em gordura saturada aumenta os níveis de colesterol no sangue, que por sua vez, eleva o risco de doenças cardíacas ainda na infância. 
A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda, para crianças de 2 a18 anos de idade, consumir de 30 a 35% das calorias em forma de gorduras, sendo que 8% das gorduras devem estar na forma de gordura saturada. Já as crianças com histórico familiar de dislipidemia devem reduzir o percentual de gordura saturada sem alterar a quantidade de gorduras totais da dieta. 

Gorduras trans

As gorduras trans são um tipo de gordura formado pelo processo de hidrogenação natural ou industrial e estão presentes em alimentos, como carne e leite, além de alguns produtos industrializados. 
Não existem níveis seguros para consumir gorduras trans. Elas estão relacionadas à uma variedade de efeitos fisiológicos adversos a saúde de adultos e crianças. Assim como os saturados, o consumo aumentado deste tipo de gordura está associado ao risco de doenças cardiovasculares. 
Durante muito tempo achava-se que as gorduras trans eram benéficas para a saúde, já que eram produzidas industrialmente a partir de óleos vegetais. Apesar dos primeiros estudos relatando a associação destas com doenças cardiovasculares datarem da década de 50, foi durante os anos 90 que tivemos maior suporte científico para afirmar que além de não trazerem benefícios para saúde, são também danosos para a saúde cardiovascular. 
Em 2006 a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decretou a obrigatoriedade da inclusão da quantidade de gordura trans nos rótulos de alimentos embalados. Mas cuidado, pois os alimentos com menos de 0,2 gramas de gordura trans por porção podem ser rotulados como "livres de gordura trans". Eles contém traços de gordura trans, mas é uma quantidade que a Anvisa classifica como não significativa. 
Fique atendo com a qualidade das gorduras que seu filho está consumindo. A seguir, algumas dicas para evitar exageros de gorduras saturadas e trans na dieta:  
1- Dê preferência às carnes brancas (peixe e aves) e cortes magros de carne vermelha. Isso porque a gordura de origem animal é saturada e também contém um pouco de gordura trans. 
2- Antes de preparar as carnes retire a pele do peixe e das aves e a gordura aparente das carnes bovinas. 
3- Evite os molhos muito cremosos, prefira os molhos a base de azeite que dão gosto às saladas, sem comprometer a saúde do seu filho. 
4- Substitua a margarina por óleo vegetal. Sempre que puder utilize azeite. É uma gordura monoinsaturada, que ajuda a manter o nível de colesterol nos eixos.  
5-Restrinja os alimentos fritos para eventualidades como festas de amigos. Carnes, pastéis, salgadinhos e outras frituras carregam gordura trans e saturada. Em casa, ao invés de fritar, uma opção é usar a frigideira antiaderente com pouco óleo para "saltear" o alimento. 
6- Alimentos grelhados, assados ou cozidos são, geralmente, boas opções. 
7- Ofereça queijo branco ao invés de queijo amarelo para seu filho. 
8- Crie o hábito de consumir folhas cruas no almoço e no jantar, isso ajudará seu filho a consumir mais fibras que contribuem para o controle da absorção de gorduras. 
9- Fuja do fast food, tratam-se de refeições repletas de gordura saturada e gordura trans. 
10- Não abuse de alimentos pré-prontos. Eles parecem tão fáceis de preparar... Mas os produtos pré-prontos de pães de queijo, pizza, massa, biscoitinhos, tortinhas congeladas estão carregados de gorduras saturada e trans. 
11- Substitua os biscoitos recheados por biscoitos integrais e sem recheio, bolos integrais, frutas e iogurtes. 
12- Reduza o consumo de preparos de sobremesa. Misturas para bolos e doces podem ser convenientes, mas muitas têm quantidades excessivas de gorduras saturadas e trans. Experimente fazer um bolo da forma tradicional, e substitua a margarina por leite desnatado, óleos vegetais. Para tortas e doces, troque a 'massa podre' (que requer grandes quantidades de gordura) por massa feita com biscoitos ou cereais integrais. 

Seguros: quando tudo está em jogo

Fonte: Brasil Econômico

A importância do seguro para a realização de grandes eventos, como a Copa do Mundo em disputa no Brasil, e as Olimpíadas, que ocorrerão em 2016, é sempre associada às garantias dadas para a realização de obras de infraestrutura. De fato, a contribuição para a ampliação dos projetos que visam o desenvolvimento do país é uma amostra da capacidade do setor, que atuou desde o início das licitações das obras dos estádios e de outros projetos alinhados ao evento. Estes, sem a garantia dos seguros, poderiam até não sair do papel. Mas a indústria seguradora brasileira está presente, principalmente, dentro e fora das arenas, que deverão receber mais de três milhões de espectadores brasileiros e estrangeiros.
Em um dos maiores eventos esportivos do mundo, tudo está em jogo. Patrimônios e pessoas estão sujeitos a riscos de toda natureza, inclusive aos fenômenos naturais – na maioria das vezes imprevisíveis. Já a vinda de um grande número de atletas e as delegações completas das 32 seleções que participam da Copa traz uma série de riscos que acendem um alerta no mercado segurador brasileiro. A indústria seguradora brasileira está presente dentro e fora das arenas, que deverão receber mais de três milhões de espectadores brasileiros e estrangeiros.
O seguro de atletas, com coberturas para incapacidade física temporária por doença ou acidente, é um dos mais contratados pelas delegações, que fazem investimentos vultosos na formação e treinamento de seus jogadores. O mercado de seguros estará presente também nas arquibancadas, com proteção para o bem mais valioso: a vida. O seguro de responsabilidade civil geral, com coberturas para danos causados a terceiros, é uma das soluções encontradas para proteger os torcedores nos estádios, além dos voluntários, staff e qualquer pessoa que venha a ser vítima de um incidente.
Este seguro também é fundamental para a realização das tradicionais Fan Fests, que acontecem nas 12 capitais brasileiras sedes dos jogos. Fora dos estádios, há um grande volume de contratações do seguro de responsabilidade civil geral e do seguro patrimonial, principalmente pela indústria e do comércio em geral, como lojas, casas noturnas, bares, restaurantes e hotéis, que têm a missão de atender com qualidade a demanda de milhares de turistas em circulação pelo Brasil.
Nesse sentido, é importante ressaltar a contratação do seguro viagem, que conta com coberturas para morte e invalidez, despesas médicas e hospitalares, perda ou roubo de bagagem, que é essencial para o bem-estar do turista. O produto auxilia o viajante na resolução rápida e eficaz de infortúnios que ocorram durante a viagem (e que estejam previstos no contrato).
Para as Olimpíadas e as Paraolimpíadas, que ocorrem no Rio de Janeiro em 2016, o Governo do Estado anunciou que podem ser destinados até R$ 126 bilhões na preparação para receber os jogos, o que certamente vai movimentar ainda mais o mercado segurador brasileiro. Nesse cenário, há ainda um esforço mútuo das empresas, governo local e entidades para transformar o Rio em um dos grandes centros internacionais de resseguros em território nacional.
A expectativa não só reforça a presença do Brasil no cenário internacional, mas também eleva a demanda por seguros e amplia a geração de em pregos. O panorama é de desafios e oportunidades, e a indústria brasileira de seguros tem a missão de auxiliar no planejamento da cidade, oferecendo proteção à sociedade contra os riscos à vida e ao patrimônio, e consolidando seu papel estratégico de atuar como um dos esteios do desenvolvimento social e econômico do Brasil.

Saiba o que é FIP e Quadros Estatísticos da SUSEP

Fonte: CQCS

Órgão recebe e consolida dados da sociedade seguradora por meio desses sistemas
O Formulário de Informações Periódicas (FIP) é um conjunto de informações que precisam ser prestadas periodicamente à Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), órgão regulador do mercado, por empresas que atuam nas áreas de Seguros, Previdência, Capitalização, Resseguro (Ressegurador Local e Admitido) e Corretores de Resseguro.
As informações do FIP são estruturadas em Quadros Estatísticos, que devem apresentar consistência entre si, com a contabilidade e demais sistemas da companhia, que também sejam passíveis de fiscalização.
Os quadros demonstrativos consolidados encaminhados à SUSEP, pelas sociedades seguradoras, se referem à situação econômico-financeira, dados cadastrais e informações operacionais das companhias.
As sociedades seguradoras devem enviar as informações em disquetes para microcomputador, compatíveis com IBM/PC. O Manual de Orientação, que acompanha o FIP/SUSEP, visando facilitar o correto preenchimento dos quadros demonstrativos, contém os prazos de encaminhamento dos dados ao órgão.

Tema para Blog Sincor-RJ personalizado por Elaine Gaspareto
Copyright © Desde maio de 2011 |
TOPO ▲